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29 de fevereiro de 2012

Kakazu Begins


Eu estava começando a escrever sobre outro assunto mas aí vi que meu amigo Kakazu apareceu na televisão japonesa! Empunhando um sanshin lá em Santo André com os caras do Begin! Cheers mate!

(O programa inteiro está dividido no youtube e essa é a parte 2/7)
Programa Inteiro:
Partes: 7

26 de fevereiro de 2012

Filmes da Semana

Toda semana eu assisto alguns filmes e vou ficar falando sobre o que ando vendo e dando a minha opnião pessoal, leiga e fútil. Ouso mais e também vou dar notas.
Relaxa sem Spoilers!

Margin Call (O Dia Antes do Fim)

Eu não entendo nada sobre o sistema financeiro que rege o mundo contemporâneo e não tenho a miníma idéia de quais são as engrenagens que fazem girar todo esse sitema. E é exatamente sobre isso que fala o filme.
Então para falar a verdade eu não entendi quase nada e não sei se o filme é bom ou ruim dentro do que que se propôs a falar.
Minha opnião sobre o filme é que a Demi Moore está ficando velha igual eu. 

Nota:3.5

Killer Elite (Os Especialistas)

Gosto só de um ou outro filme ação/policial de vez em quando, às vezes cai na hora certa uns tiros e carros explodindo mas para falar a verdade não é um gênero que me agrada. Tenho um gosto bem mais menininha para filmes.
De vez em quando imaginando dá até vontade de ter um óculos escuro e uma arma mas não sei usar nenhum dos dois.
A arma ainda talvez eu saiba usar por causa do videogame...

Nota: 2.0


The Art of Getting By (A Arte da Conquista)

Lindo! Foi um dos melhores filmes que assisti nesses tempos... Fala sobre um moleque e sua desmotivação diante desse mundão velho sem portera. Acho que sempre que gostamos tanto de um filme ou qualquer tipo de manifestação artística é porque teve algum ponto de identificação. No meu caso foi que o personagem é um desenhista de caderno com umas similaridades e algumas aspirações parecidas com umas que ainda tenho, lá no fundo guardado mas ainda tenho.

Nota: 8.5

23 de fevereiro de 2012

Postagem n°1


Fico feliz aqui de poder contribuir no blog do meu amigo Coxinha (Didi).
Eu sou uma pessoa totalmente leiga com relação a blogs, então não estranhem com eventuais "cagadas". rs
Obrigado pelas boas vindas,  vamos ver o que sai !!!rs

Bem Vindos


É com extrema alegria... menos (rs), mas fico muito contente em dar a informação que o blog tem não só um, mas dois novos escritores!
Vou deixar eles se apresentarem por eles mesmos e falarem de todas as suas habilidades e poderes secretos quando chegar a ocasião. De qualquer maneira bem vindos Regina (A menina da calça xadrez vermelha) e Kakazu (O melhor músico frustrado de Santo André).

Façam o que quiserem na hora que quiserem. Cheers!

21 de fevereiro de 2012

20 de fevereiro de 2012

Flog Mole

Meu primeiro post em 2004, desenho feito no Paintbrush.

O fotolog foi reformado e não consigo mais entrar nele então como tudo que começa tem um fim vou aproveitar o momento e terminá-lo...
Eu tinha a conta desde 2004 e foi uma das poucas coisas que tive durante tanto tempo, sempre esteve lá e sempre deu uma ajuda nas horas sozinho na frente do computador dentro da rotina do que é essa vida de dekassegui.

Estou agora a pensar e tentando lembrar de como era minha vida a 7 anos atrás. Bom... para todos nós aconteceram bastante coisas não?
Um brinde! A esses 7 anos na vida de cada um, espero que apesar das dificuldades tenham sido bons anos como foram para mim e para o meu querido recém falecido Flog Mole.

Cheers!

15 de fevereiro de 2012

2 Cenas


Por causa do meu serviço estou para lá e para cá de caminhão em algumas cidades na região onde moro. Esses dias nesse vai e vem vi da janela do caminhão duas cenas que por mais que eu não entedesse totalmente guardei na memória. Não vi mais tempo do que um passar pela avenida ou o tempo de um farol vermelho. Sei que depois do vermelho vem o verde e a vida continua...

Cena 1 - Mais ou menos setes horas da manhã na esquina de uma uma rodovia muito movimentada eu vi casal no canto, eles estavam abaixados arrumando algumas coisas no poste de um outdoor. Depois que o caminhão andou um pouquinho para frente vi que a mulher, com os dois joelhos no chão estava arrumando um ramalhete de flores, não era espalhafatoso mas elegante, com algumas flores amarelas mas na maioria azuis, forte, azul turquesa. O casal aparentava mais ou menos uns trinta e cinco anos e estavam com a feição de cansados, exaustos. Enquato a mulher ajeitava as flores o homem olhava com um olhar distante, com um joelho no chão e o braço apoiado no outro com a mão sobre o queixo. Era dia de semana e eles estavam vestidos com roupas normais, jeans, sueter e blusa por causa do frio e o sol batia de lado fazendo a sombra deles vir quase até a faixa de pedestre na minha frente.
Um metro acima deles vi um guarda-chuva transparente com os ferros que seguram o plástico tortos e a haste partida, foi quando entendi a cena... era um guarda-chuva pequeno.
Fizemos a curva e do lado das flores havia uma uma caixinha de suco parecido yakult e uma caixinha de doces, aqueles com chocolate dentro em formato de coalas.

Cena 2  - Indo vi um carro grande, com o pisca ligado parado na avenida na frente de uma lojinha de conveniência. A porta do motorista estava aberta com o homem sentado ao volante e a mulher em pé do lado agarrando-o com as duas mãos e sacudindo, como se quisesse tirá-lo do carro.
Ela fazia força chegando até a fechar os olhos de vez em quando mas pelo tamanho do cara percebia-se que ela não conseguiria. A moça devia ter seus quase trinta, usando calça jeans, vestido por cima e uma blusinha. Não parecia ter idade para já ter uma família constituída, casa, não parecia ser a típica dona de casa que vejo estendendo roupa da família inteira no varal que fica no jardim entre o Prius e a casinha do cachorro.
O homem aparentava poucos anos mais velho mas nem tanto. Estava sendo sacudido com as duas mãos sobre o volante olhando para frente, apático e emburrado, só que não chegava a ter uma feição de nervoso. Parecia que ele não estava bravo, a palavra que se encaixaria melhor mesmo seria apático.
Voltando depois de uns vinte minutos paramos no mesmo semáforo e o carro já não estava mais lá. Cinco metros para frente na calçada a mesma moça estava abaixada abraçando um menino de uns seis anos que chorava. Ela tinha agora um olhar decidido enquanto afagava seu filho. Ele estava com uma mochila azul e branco nas costas, cabelo com a franjinha reta quase chegando nos olhos e com o rosto virado para avenida. Com a ponta do nariz vermelho ele chorava e chorava.

 

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